$$$ Planejando o consumo $$$


Nossos desejos de consumo podem ser ilimitados, mas o nosso orçamento é limitado – e as vezes é mais limitado que que gostaríamos que fosse. Por isso, planejar o consumo é mais do que fundamental. Pequenos errinhos no dia a dia podem gerar consequências terríveis, entre elas o endividamento. Os benefícios de planejar o consumo são muitos.

Além de evitar o acúmulo de contas, ao começar a pensar melhor e de maneira consciente as suas compras você terá mais possibilidades. O segredo por trás da abundância financeira é saber investir o capital, sempre com base em balizas e parâmetros.

Nesse sentido, comprar por impulso, sem fazer uma análise racional, não é uma boa opção. Na verdade, os bancos e estabelecimentos comerciais estão sempre focando suas campanhas no emocional das pessoas. Fazem ofertas, promoções e oferecem condições especiais. Tudo para que você seja atraído pela emoção.

Participação da família no orçamento

Para conseguir manter as contas em dia e ainda economizar, é fundamental que toda a família esteja comprometida e engajada. Isso porque as despesas são compartilhadas, sendo que muitas vezes as fontes de renda são reduzidas – nem todos no grupo familiar contribuem para a geração de receita.

Nesse artigo vamos falar sobre a participação da família no orçamento, mostrando de que forma as pessoas podem se ajudar na busca pelo sucesso financeiro. Descubra como educar todos na família no sentido de uma gestão financeira de qualidade, sem gastos excessivos e com mais economia.

Todas as fontes de renda devem ser computadas – e transparentes

Não raras vezes, marido e mulher passam longos períodos sem conhecer os rendimentos do seu parceiro. Essa é uma situação que acaba influenciando negativamente no orçamento.

Quando os valores não são conhecidos, dívidas podem ser contraídas de forma desnecessária. Além disso, é necessário que exista colaboração e compartilhamento no seio familiar. Afinal de contas, todos contribuem para a formação das despesas.

Por isso mesmo, a participação da família no orçamento deve ser integral e pautada na transparência. Famílias modernas e educadas financeiramente são capazes de sentar e discutir assuntos importantes como dinheiro disponível, necessidades domésticas e planos para o futuro.

Esses encontros e discussões devem acontecer de forma frequente. Uma dica é planejar o consumo de forma familiar todos os meses. Esse é o momento perfeito para conversar sobre as compras, os investimentos e as economias.

Como incluir os filhos no orçamento familiar

É comum que filhos imaginem que os seus pais possuem um orçamento muito superior ao que de fato possuem. Isso porque as crianças olham mais para os resultados obtidos com o dinheiro, como a alimentação, os presentes e a estrutura da casa, do que para as contas e pagamentos.

Em razão disso, é fundamental que os pais incluam os filhos no orçamento. A participação da família no orçamento deve ser irrestrita. Quanto mais cedo os filhos começarem a se familiarizar com assuntos e conceitos financeiros, melhor.

Essa é uma estratégia eficiente para contribuir para o orçamento familiar e ainda educar os filhos para quando eles estejam ganhando seu próprio dinheiro de forma independente. Quando os filhos se dão conta da realidade familiar, eles passam a ajudar, seja consumido menos, seja buscando medidas para colaborar.

Planos e investimentos devem ser pensados em conjunto

Sair de um emprego pode gerar um impacto gigante no orçamento familiar. Fazer uma viagem também. Por isso, antes de tomar decisões como pedir demissão e comprar passagens para uma viagem de fim de ano, essa decisão deve ser submetida a uma análise familiar.

Mais do que discutir os interesses individuais – fazer uma viagem pode ser divertido e agradável para todos, sair de um emprego pode ser um grande alívio – é preciso usar a razão para determinar se a situação financeira atual permite que a decisão seja tomada.

Talvez seja interessante permanecer por mais alguns meses no emprego até que o outro parceiro consiga um emprego ou até que uma boa proposta seja formulada. A viagem de fim de ano pode ficar para o começo do ano seguinte ou nas férias de inverno.

Pequenas mudanças podem ser feitas no planejamento financeiro familiar com base em decisões tomadas de forma consciente e conjunta. E nesses debates, todos os membras da família podem estar presente, incluindo os filhos.

Como você pode ver, a participação da família no orçamento é fundamental para que exista equilíbrio financeiro seja alcançado. Quanto mais transparência, mais colaboração e mais união familiar, melhor. A educação financeira é o caminho para multiplicar o seu dinheiro e evitar dívidas.

https://ilceindica.com.br/guia-definitivo-5-passos-para-sair-do-vermelho/

Como sair do endividamento?

Milhares de brasileiros estão com as contas no vermelho. De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mais de 60 milhões de pessoas estão negativadas no país. Se você se encontra nessa situação e quer saber como sair do endividamento, separei algumas estratégias que vão te ajudar.

Contrair dívidas é muito fácil, difícil mesmo é pagar todas as contas e alcançar o equilíbrio financeiro. Mas o que fazer quando as contas se acumulam e o dinheiro que entra se torna insuficiente para pagar tudo de uma só vez? Para conseguir vencer as dívidas é preciso repensar as suas finanças e o seu orçamento.

Dicas para sair do endividamento de forma rápida

Uma das grandes dificuldades dos endividados é conseguir pagar todas as contas e poder dormir com a consciência tranquila. Se você está passando apuro financeiro, com dívidas e contas vencidas, sabe como esse problema acaba se transformando em uma bola de neve.

No entanto, existem algumas estratégias simples que podem te ajudar a vencer as dívidas. Claro, o mais recomendado é que as pessoas evitem contrair dívidas além do que podem suportar. Mas agora que você já está devendo, é importante saber como sair do endividamento.

1. Faça um levantamento das suas despesas

Se você quer saber realmente como sair do endividamento, o primeiro passo é fazer um levantamento de todas as suas despesas. Coloque no papel ou em uma planilha – o método que melhor funcionar para você – tudo que você consome durante o período de um mês.

Esse levantamento deve levar em consideração tanto as despesas fixas, como aluguel, alimentação e transporte, quando as despesas variáveis, como contas de água, luz e compra de roupas.

Boa parte dos brasileiros não sabe com o que gasta o dinheiro todos os meses. Fazer um controle, pelo menos uma vez, sobre o que é consumido no mês, ajuda a ter uma ideia de quanto de dinheiro você precisa.

2. Contabilize a sua receita mensal

Agora que você já determinou todas as suas despesas, está na hora de analisar quanto entra na sua conta efetivamente. Qual é o seu salário? Existem outras fontes de renda, como aluguel, pensão e aposentadoria?

Se a família é formada por outras pessoas que trabalham ou possuem fonte de renda, os valores também devem ser agregados ao total. O objetivo aqui é determinar se o que você ganha é suficiente para cobrir todas as despesas.

3. Corte gastos desnecessários

Muitas pessoas se perguntam como sair do endividamento e se esquecem de algo que é básico: cortar despesas e gastos desnecessários. A regra financeira é gastar menos do que 70% de tudo que entra. O restante deve ser poupado ou investido, de modo a formar um patrimônio emergencial.

Por isso, se as suas despesas superam a sua receita ou a conta fecha quase no prego, é importante cortar alguns gastos. Foque em despesas que não são indispensáveis no dia a dia, como telefone fixo, planos de internet, compras por impulso e alimentação em restaurante – comer em casa gera uma economia tremenda no final do mês.

4. Pague as contas mais atrasadas primeiro

Mas, para conseguir eliminar de uma vez as suas dívidas, só existe uma maneira: pagando. E a ordem de pagamento é da mais antiga para a mais atual. Isso porque as contas são acrescidas de juros. Quanto mais antiga a sua dívida, maiores serão os juros acumulados.

5. Não contrata novas dívidas

Você não vai conseguir parar as suas contas de uma só vez, então é importante manter o controle até que a situação esteja controlada. Durante esse tempo, evite contrair novas dívidas, resistindo a tentações. Ofertas, promoções e outras campanhas publicitárias podem ser tentadoras, mas devem ser evitadas.

Agora você sabe como sair do endividamento em alguns passos simples. A educação financeira é o melhor caminho para alcançar mais abundância em sua vida. Gerencie melhor o seu patrimônio e nunca mais passe aperto financeiro.

https://ilceindica.com.br/guia-definitivo-5-passos-para-sair-do-vermelho/

Você já parou para pensar o que é “manter o status” significa para você?

É importante ter em mente que o consumo não pode ser movido apenas pela emoção, ou pior, pela emoção imposta por meio de propaganda ou de imposição social, como a necessidade de manter status e coisas do tipo. Não é errado você querer coisas que não sejam estritamente essenciais. É normal ter desejos e,  comprar produtos que satisfaçam esses desejos.

=> No processo de escolha, a emoção e a razão funcionam como dois lados de uma balança que devem manter-se equilibrados.

Além das minhas escolhas Equilíbrio e Emoção onde tomamos consciência da importância de fazer escolhas equilibradas tem mais outros aspectos importantes: a troca intertemporal e a relação entre necessidade e desejo.

Troca intertemporal: Visando o financeiro, é certo falar que, se você gasta muito dinheiro no presente, poderá ter problemas no futuro, ou, de forma contrária, você pode gastar menos dinheiro hoje para ter mais dinheiro amanhã. Podemos pensar nisso como uma escolha no tempo, daí o nome troca intertemporal.

“troca intertemporal” está relacionada aos efeitos das escolhas que fazemos hoje (no presente) sobre nossas vidas amanhã (no futuro).

Por exemplo: Suponha que você deseje comprar um produto e você não possui todo o valor necessário ou seja, você faz um estudo de seu orçamento para avaliar se é possível comprar esse produto e verifica que precisará poupar uma quantia por mês. Seguindo esse planejamento, você descobriu que levaria quatro meses para ter o dinheiro suficiente para adquirir o produto. Mas se você quiser comprar o produto imediatamente, há uma forma de “manipular” o tempo e adquirir o produto antecipadamente. Você pode buscar dinheiro em outras fontes, tomar um empréstimo e, com isso, adquiri-lo hoje.

Simples, não? Sim… quase… A situação não é tão simples quanto parece porque, em geral, a antecipação de consumo traz consigo um custo chamado “pagamento de juros” sobre o valor emprestado que lhe permitiu adquirir o produto no presente.

E ESSE VOCÊ DEVE EVITAR! Porque esse caso, se você antecipar o seu consumo, terá de pagar prestações de valor maior por mês ou pagar um número maior de prestações do que pagaria se tivesse decidido poupar primeiro para depois comprar o produto.

DÊ PREFERÊNCIA AOS PAGAMENTOS À VISTA!

Imagine agora outra situação: Você deseja comprar o mesmo produto e verifica a sua conta e percebe que possui toda essa quantia. Nessa hipótese, você tem duas opções: comprar o produto hoje, gastando toda essa quantia, ou deixar para fazê-lo daqui a quatro meses.

Se você escolhe deixar para comprar o produto daqui a quatro meses, você pode colocar o seu dinheiro na poupança ou em outro investimento e passar a receber um prêmio por ter postergado o consumo. Ou seja, você poderá ser recompensado ao realizar uma troca intertemporal, abrindo mão de algo que poderia ter hoje. Daqui a quatro meses, você poderá comprar o produto e ainda lhe sobrará uma quantia.

Nesse caso, a postergação do consumo traz consigo o recebimento de rendimentos!

Educação financeira

A educação financeira pode trazer diversos benefícios entre os quais possibilita saúde  financeira para seu bolso.

 Assuntos ligados a gestão financeira pessoal, muitas vezes são considerados invasão de privacidade e pouco  se fala em torno do tema.

Infelizmente  não faz parte do cotidiano  da maioria de nós buscar informações  que nos auxilie na gestão de nossa finanças. 

É cultural isso. Pois não  há uma conscientização coletiva ou seja, uma preocupação organizada em torno do tema.