Comprar tudo do bom e do melhor aumenta a autoestima?

     Tudo na vida depende de um ponto de vista você não acha?

    Quando uma pessoa faz coisas para satisfação própria de forma equilibrada e consciente, automaticamente aumenta a sensação de bem-estar, e isso corresponde aquilo que chamamos de saúde psicológica.

     Mas quando uma pessoa passa a agir com intuito de mostrar aos outros; o resultado não é o crescimento da autoestima, mas sim do orgulho e da vaidade. De alguma forma tal pessoa introjetou em si mesmo falsas identificações, passando a agir em função de outros.

     A autoestima vai além do orgulho no que se diz respeito ao crescimento psicológico.

     Orgulho é rebaixamento pessoal.

     Quem vive em função do orgulho pode passar a vida inteira tentando provar alguma coisa.

     O orgulho cega e a autoestima direciona.

     Assim, quando desejamos mais do que precisamos ter, apenas para mostrar aos outros, não é a direção da autoestima que nos guia, mas as chaves da prisão de um ego, com necessidade de poder, fama e importância.

 A influência que o dinheiro tem na vida de cada pessoa será proporcional a crença que com ele se poderá fazer, ter, se tornar. Também está relacionado com aquilo que se considera como mais importante para “viver bem”

Vergonha de ser devedor

Um estado difícil para quem passa por essa situação chegar a admitir!

“Admitir a falência é muito constrangedor. Existe uma sensação muito ruim de impotência, inferioridade, derrota, fracasso, perda de confiança e de dignidade.

Existem muitos motivos pessoais e/ou sociais para uma complicação financeira mas, independentemente dos porquês, são grandes as chances dessa situação causar incômodo. Há quem aparentemente não ligue para dívidas, mas simplesmente deixa rolar.

Entender que o cartão de crédito não funciona como a solução para todo tipo de frustração”. Se esse sistema ilusório de dinheiro fácil não funciona mais nem para o maravilhoso mundo dos bancos – que amargam queda de lucro com o alta da inadimplência , imagina para o cidadão do mundo real.

Como elaborar um orçamento

Passando por aqui hoje para te dar dicas sobre orçamento.

Você sabe o que é um orçamento financeiro? 

 O orçamento é uma importante ferramenta para você conhecer, administrar e equilibrar suas receitas e despesas e, com isso, poder planejar e alcançar seus sonhos.

Vejamos como elaborar um orçamento

O orçamento pessoal (ou familiar) deve ser iniciado a partir do registro de tudo que você (ou sua família) ganha e o que gasta durante um período, em geral um mês ou um ano. Para simplificar um pouco a linguagem, vamos tratar do orçamento pessoal, mas tudo que falarmos daqui em diante também vale para o orçamento familiar.

Na elaboração do orçamento é necessário organizar e planejar suas despesas, com o objetivo de gastar bem o seu dinheiro, suprir suas necessidades e ainda realizar sonhos e atingir metas, de acordo com as prioridades definidas.

O processo de elaboração

Existe mais de uma maneira de elaborar um orçamento. Vou sugerir um método que consiste em quatro etapas: planejamento, registro, agrupamento e avaliação.

-> 1ª etapa: Planejamento

O processo de planejamento consiste em estimar as receitas e as despesas do período. Para isso, você pode utilizar sua rotina passada, elencando as receitas e as despesas passadas e usando-as como base para prever as receitas e as despesas futuras.

 -> 2ª etapa: Registro

É necessário anotar, de preferência diariamente, para evitar esquecimentos, todas as receitas e despesas. Para isso, aqui vão algumas sugestões.

  • Anote todos os gastos. Pode ser em uma caderneta, em uma agenda, no celular, no computador etc.
  • Confira os extratos bancários e as faturas de cartões de crédito;
  • Guarde as notas fiscais e os recibos de pagamento;
  • Guarde os comprovantes de utilização de cartões (débito/crédito);
  • Diferencie as várias formas de pagamentos e desembolsos, separando-as em dinheiro, débito e crédito.

-> 3ª etapa: Agrupamento

 Você perceberá com o tempo que,  as anotações serão muitas.

Para que você as entenda melhor, agrupe-as conforme alguma característica similar.

Por exemplo: despesa com alimentação, com habitação, com transporte, com lazer etc. Essa não é a única forma de agrupar as despesas. Você pode utilizar outras formas de agrupamento que sejam mais adequadas à sua realidade.

 O agrupamento facilita a verificação da parcela do salário ou da renda que é gasta em cada grupo de itens, além de auxiliar com os ajustes ou cortes que eventualmente sejam necessários.

O IMEDIATISMO

O imediatismo tem duas manifestações. A primeira é no consumo, quando a pessoa quer comprar agora, não pode esperar nem um pouco mais. Viver o aqui e o agora é uma ideia tentadora, até romântica.

O mundo do marketing e da publicidade explora isso de maneira muito agressiva tentando, a todo tempo, nos persuadir a comprar as coisas imediatamente, usando chamadas tentadoras como “você merece”, “dê a você mesmo este prazer” e por aí vai.

A segunda manifestação é na acumulação de recursos, seja para ter uma reserva de emergência, para investir ou para se preparar para a aposentadoria. Pessoas imediatistas sofrem de algo que os psicólogos chamam de desconto intertemporal, que é a tendência que temos de dar excessiva importância para o curto prazo e ver as coisas de longo prazo como se estivessem na eternidade.

Um caso clássico de desconto intertemporal é o velho e bom conflito entre o bolo de chocolate e o corpinho sarado no verão. O que é melhor? O prazer imediato (porém passageiro) do bolo ou o de ser mais saudável? Muita gente pensa “Bem, eu posso comer o bolo agora, pois ainda falta muito tempo para o verão e dá tempo de se preparar”. O problema é que um dia o verão chega.

O mesmo raciocínio vale para investimentos e aposentadoria. Muita gente prioriza o prazer de curto prazo (“Vou fazer aquela viagem ou comprar um carro novo a prestações AGORA”) e negligência o longo prazo (“Posso começar a guardar dinheiro no ano que vem, ainda tenho muito tempo pela frente”). Um dia, porém, o longo prazo se torna curto, e aí vem o pânico e a sensação de ter de correr para sanar o prejuízo.

Aqui entre nós, existe coisa mais inútil do que planejar o futuro? Nós sequer sabemos se estaremos vivos nos próximos cinco minutos, que sentido faz esquematizar os próximos cinco anos e deixar de curtir a vida aqui e agora?

A lógica desse pensamento é perfeita – não temos nenhum controle sobre o futuro, portanto fazer planos é exercício inútil e perda de tempo. Contudo, a prática (também a ciência) mostra que pessoas que têm uma visão de longo prazo, ainda que imperfeita e imprecisa, acabam tendo um desempenho melhor que as pessoas que estão concentradas no curto prazo.

Em 2012, o Teste do Marshmallow voltou a ser bastante mencionado na mídia não só pelos quarenta anos da experiência, mas também porque alguns pesquisadores começaram a questionar a validade dos resultados e a consistência da metodologia do teste, apesar de a correlação entre a capacidade de resistir às tentações no curto prazo e o sucesso na vida ser indiscutivelmente forte.

De qualquer forma, é uma evidência válida de que pessoas que conseguem pensar lá na frente acabem se dando melhor.

É verdade que os planos não são perfeitos. Afinal, muitas vezes na vida planejamos algo e o resultado não foi o desejado originalmente. Entretanto, isso não tira a importância de planejar a vida, em especial o lado financeiro.

Os planos não são escritos na pedra, são dinâmicos, mudam e são adaptados com o tempo. Eles não servem para prever o futuro, e sim para nos dar um rumo, um caminho. Um planejamento é também uma maneira de nos conhecermos e, no caso de um planejamento financeiro, de conhecer nossas contas, nossos ganhos e nossos padrões de gastos.

Pessoas que não planejam e que não conseguem pensar no longo prazo acabam gastando demais, adquirindo coisas sem ter os meios para pagar e não fazendo os investimentos profissionais (que geralmente são de prazo maior) para ter uma boa renda.

Apatia

Muita gente tem a seguinte opinião sobre finanças: “Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”. Apatia é o principal causador da fobia financeira. Há aquelas pessoas que tem medo de olhar o extrato bancário para não ver o “estrago” e que colocam todas as contas em débito automático e nem olham as faturas para não se irritar. Talvez você conheça alguém assim, pois é muito comum encontrar pessoas que evitam o assunto.

Há também aquelas pessoas que desdenham do assunto, dizendo que “se preocupar com dinheiro é coisa de pobre”, e aquelas que acabam assumindo, falsamente, que finanças é um assunto muito difícil e complicado e que não conseguem entender.

Essas são ideias equivocadas porque não é preciso conhecimento avançado de finanças para ter uma vida perfeitamente organizada. Basta ter informações iniciais e executar!

As pessoas apáticas costumam fazer duas coisas: deixam ao deus-dará, sem saber se têm dinheiro sobrando ou faltando, e simplesmente vão levando a vida; ou entregam a vida financeira na mão de outra pessoa.

Muita gente, quando perguntada sobre algum assunto financeiro, responde logo de cara que quem cuida dessas coisas é seu cônjuge, por exemplo. Essas pessoas estão, como diz uma velha piada, confundindo delegar com de-largar.

A principal consequência da apatia financeira é a fobia financeira, porém em casos extremos ela também pode levar a pessoa a um estado de desorganização financeira que acaba colocando-a em uma posição de desequilíbrio – e já sabemos que desequilíbrio financeiro gera desnutrição financeira que, por sua vez, termina em endividamento severo.

Casos extremos de apatia financeira podem ser vistos frequentemente na imprensa, quando sai alguma notícia sobre um atleta ou celebridade qualquer que estava nadando em dinheiro e simplesmente perdeu tudo sem sequer saber onde o dinheiro estava sendo gasto. Tudo isso porque deixou toda aquela grana na mão de alguém que era “de confiança”.

Você já ouviu falar em Doenças Financeiras?

Estranho não é mesmo? Mas existe.

É para muitos de nós algo desconhecido. Durante alguns dias a partir de hoje, vou trazer mais informações sobre esse assunto que fica meio que “invisível

 O que desencadeia uma doença financeira?

Com exceção daqueles eventos imprevisíveis e incontroláveis que já mencionamos, as demais causas de problemas financeiros são decorrência de nosso comportamento e de nossas atitudes.

Você vai conhecer as 6 principais causas de doenças financeiras.

Desequilíbrio Financeiro

O responsável primário pelo endividamento é o desequilíbrio. Os instrumentos de crédito são as ferramentas por meio das quais o desequilíbrio financeiro se manifesta, e as dívidas são a consequência (ou o sintoma).

O equilíbrio financeiro (que seria o estado saudável) é apenas e meramente uma relação neutra entre o dinheiro que entra e o que sai. Isso não envolve matemática avançada, mas sim conhecimentos básicos em finanças.

A maioria dos problemas financeiros da humanidade sumiria de uma hora para a outra se as pessoas passassem a observar e seguir uma única regra em suas vidas: viver conforme suas possibilidades.

Entretanto, o que mais vemos são pessoas extrapolando seus limites financeiros e, pior, muitas sequer têm noção disso.

Desequilíbrio financeiro causa desnutrição financeira, que causa perda de reservas financeiras e, posteriormente, endividamento. É a consequência objetiva e mensurável que conseguimos enxergar em nosso extrato bancário e em nossas contas.

Existem ainda outras consequências mais difíceis de mensurar, porém igualmente danosas, como o estresse e os diversos problemas de saúde, familiares, profissionais e outros associados ao desequilíbrio e às dívidas.

Como falamos anteriormente, o equilíbrio financeiro é uma relação entre o dinheiro que entra e o que sai. Então, o que produz o desequilíbrio financeiro, objetivamente falando, são apenas duas coisas: ou se está gastando demais ou ganhando de menos (ou as duas coisas simultaneamente).

O endividamento das pessoas físicas (a consequência visível da desnutrição financeira) é um problema crescente graças, entre outras coisas, à popularização de instrumentos financeiros como o cartão de crédito e o cheque especial.

O endividamento é hoje a maior fonte de estresse financeiro no Brasil, na frente inclusive do medo do desemprego, que historicamente é o fator financeiro que tira o sono dos brasileiros. Muitas pessoas estão penduradas em financiamentos e no limite rotativo do cartão de crédito.

Nesse ponto, é importante deixar claro que esses instrumentos de crédito, como cartão de crédito, cheque especial, crédito ao consumidor ou outras modalidades de financiamento, não são os verdadeiros responsáveis pelas dívidas e pelo descontrole – são apenas ferramentas que estão sendo usadas de maneira, às vezes, irresponsável.

 

 

 

Mas afinal, dinheiro traz ou não felicidade?

 “Dinheiro na mão é vendaval, dinheiro na mão é solução…” como diria Paulinho da Viola.

Ou seja, para quem está com dívidas, um dinheiro extra seria a solução para esses problemas e motivo de alegria. Mas há quem esteja com as contas em dia e dinheiro sobrando e, mesmo assim, se sente incompleto ou infeliz e gasta como se não houvesse amanhã. Mas afinal, dinheiro não traz felicidade?

Porém, são locais onde a população também afirma trabalhar muito, o que faz com que nem sempre sobre muito mais tempo para aproveitar a vida. Portanto, podemos relacionar à felicidade ao dinheiro quando falamos de ter uma vida tranquila, sem preocupações com dívidas e com a possibilidade de pagar por saúde, educação e lazer de qualidade. 

Um estudo na universidade de Harvard sobre compras que proporcionam sensação de felicidade e o resultado indica que, 34% das pessoas se sentem felizes depois de uma compra de bens materiais e 57% das pessoas têm sensação de felicidade após compras de serviços ou experiências. Isso mostra que o ato de comprar pode sim trazer prazer e bem-estar, mas que investir em experiências que acrescentem algo marcante à sua vida como uma viagem ou um curso acabam trazendo mais felicidade.

Mas também é preciso tomar cuidado pois às vezes o excesso de dinheiro pode trazer excesso de dívidas. Isso acontece quando as pessoas não têm uma organização clara das suas finanças e acabam gastando mais do que ganham, mesmo que ganhem muito dinheiro.

Por isso, a resposta para a pergunta “o dinheiro traz felicidade?” é: se usado com consciência, sim. Quando investimos dinheiro na realização de grandes sonhos e objetivos, crescimento pessoal e profissional e ainda conseguimos manter a vida financeira organizada o dinheiro pode sim ser um grande aliado da sua saúde física, mental e emocional.

Dicas para usar o seu dinheiro com consciência

Como falamos, o dinheiro pode sim trazer felicidade se for bem usado. Por isso, vamos listar alguns pontos importantes para você aproveitar melhor seu dinheiro e garantir que está investindo não só em bens materiais, mas principalmente no seu bem-estar contínuo.

1º Manter as contas em dia

Se você está endividado, o primeiro passo para sair da crise financeira e da angústia que isso traz é quitar de vez as suas dívidas. Você deve estar pensando “tá, mas por onde eu começo se eu não tenho dinheiro?”

 Calma! 

Se for preciso, você pode contratar um empréstimo e trocar as dívidas caras como as do cartão de crédito por uma dívida mais barata: a parcela de um empréstimo com alguma garantia por exemplo, que está entre as taxas de juros mais baixas do mercado e ainda têm prazos longos e condições flexíveis de pagamento. 

Além disso, você pode usar a nossa planilha para organizar suas despesas e retomar o controle do seu dinheiro.

2º Crie uma reserva de emergência

Depois de colocar as contas em dia e sair do vermelho, é hora de criar uma reserva para as horas de desespero. Todo mundo está sujeito a ter uma a ter um reparo na casa, conserto no carro ou até uma emergência de saúde inesperados. Por isso, é muito importante ter um valor guardado para imprevistos. 

3º Invista em você

Contas em dia, ok. Reserva de emergência, ok. Então aproveite para investir em você! Se dar ao luxo de gastar mais com a sua alimentação, um curso novo ou bons momentos de lazer vão contribuir para a sua qualidade de vida. 

Para não perder o controle, você pode usar a técnica 50/30/20 para dividir seus gastos essenciais, supérfluos e o valor que vai para a poupança. Assim você paga todas as contas, investe no seu bem-estar e ainda consegue guardar.

DINHEIRO x FELICIDADE

Como você já sabe, boa parte da população brasileira que têm dívidas apresenta sintomas de depressão ou ansiedade. Sentimento de culpa pelos gastos excessivos, falta de controle do próprio dinheiro, insatisfação e um medo profundo de não conseguir quitar as dívidas e sair do vermelho estão presentes no dia a dia de quem está endividado. Essa angústia afeta diretamente a confiança e auto estima e, consequentemente, faz com que as pessoas achem que não são capazes de se reorganizar e tomar as rédeas das suas finanças novamente.

Isso pode trazer problemas de saúde como aumento da pressão arterial, mudança de humor, insônia e úlceras. Além de influenciar inclusive na sua relação com as pessoas mais próximas trazendo em algumas vezes mais conflitos familiares, também perda de concentração e diminuição do desempenho no trabalho.