Comprar tudo do bom e do melhor aumenta a autoestima?

     Tudo na vida depende de um ponto de vista você não acha?

    Quando uma pessoa faz coisas para satisfação própria de forma equilibrada e consciente, automaticamente aumenta a sensação de bem-estar, e isso corresponde aquilo que chamamos de saúde psicológica.

     Mas quando uma pessoa passa a agir com intuito de mostrar aos outros; o resultado não é o crescimento da autoestima, mas sim do orgulho e da vaidade. De alguma forma tal pessoa introjetou em si mesmo falsas identificações, passando a agir em função de outros.

     A autoestima vai além do orgulho no que se diz respeito ao crescimento psicológico.

     Orgulho é rebaixamento pessoal.

     Quem vive em função do orgulho pode passar a vida inteira tentando provar alguma coisa.

     O orgulho cega e a autoestima direciona.

     Assim, quando desejamos mais do que precisamos ter, apenas para mostrar aos outros, não é a direção da autoestima que nos guia, mas as chaves da prisão de um ego, com necessidade de poder, fama e importância.

 A influência que o dinheiro tem na vida de cada pessoa será proporcional a crença que com ele se poderá fazer, ter, se tornar. Também está relacionado com aquilo que se considera como mais importante para “viver bem”

Vergonha de ser devedor

Um estado difícil para quem passa por essa situação chegar a admitir!

“Admitir a falência é muito constrangedor. Existe uma sensação muito ruim de impotência, inferioridade, derrota, fracasso, perda de confiança e de dignidade.

Existem muitos motivos pessoais e/ou sociais para uma complicação financeira mas, independentemente dos porquês, são grandes as chances dessa situação causar incômodo. Há quem aparentemente não ligue para dívidas, mas simplesmente deixa rolar.

Entender que o cartão de crédito não funciona como a solução para todo tipo de frustração”. Se esse sistema ilusório de dinheiro fácil não funciona mais nem para o maravilhoso mundo dos bancos – que amargam queda de lucro com o alta da inadimplência , imagina para o cidadão do mundo real.